Siem Reap, Camboja

Siem Reap, Camboja

O Camboja é um país muito pobre e que ainda está passando por um processo de recuperação do regime do império Khmer Vermelho, que durou até o final da década de 70.

Siem Reap é um destino turístico muito visitado no Camboja, por ser a porta de entrada dos templos e monumentos de Angkor, que se estendem por mais de 100km2 no país. Você já assistiu o filme Lara Croft: Tomb Raider? Então, foi filmado lá! Aquelas belas ruínas consumidas por gigantes raízes de árvores centenárias, sabem?

Dia 1

Chegamos em Siem Reap, Camboja, no final da tarde e fizemos o check-in no hotel Tara Angkor. Um hotel sensacional e super aconchegante! Logo que chegamos, nos ofereceram chá gelado na recepção e uma toalhinha úmida para limpar o rosto – foi o melhor hotel que ficamos durante esta viagem à Asia. Tudo isso por cerca de $30/pessoa/noite.

Chá e toalhinha umida na chegada ao hotel.
Chá e toalhinha umida na chegada ao hotel.

 

Nós no hotel :)
Nós no hotel 🙂

 

O Sudeste Asiático é tão úmido quanto o norte do Brasil e a sensação é de estar sempre precisando de um banho – por isso a toalhinha úmida recebida na chegada ao hotel e em passeios feitos com guias turísticos! Hehe!

Na mesma noite, pegamos um tuk-tuk e fomos jantar num restaurante chamado Koulen, bem bacana, com comidas locais e internacionais, onde você se serve à vontade enquanto assiste à um show de música e dança apsara – super tradicional.

Dança apsara no restaurante.
Dança apsara, no restaurante Koulen.

Dia 2

Voltamos para o hotel cedo, para conseguir dormir bem e nos prepararmos para acordar as 4h30 da matina no dia seguinte e ver o sol nascer atrás da Galeria dos 1000 Budas no Angkor Wat, um vasto conjunto de templos construído no começo do século XII. Foi um programa super turístico e muito legal!

Angkor Wat ao amanhecer.
Angkor Wat ao amanhecer, Siem Reap, Camboja

 

Em seguida, voltamos para o hotel para tomar café da manhã (e que café da manhã!) e fomos novamente para o Angkor Wat, para poder visitar o local com mais calma. O Angkor Wat é conhecido como a maior estrutura religiosa já construída pela humanidade, é um templo de representação Hindu e a oitava maravilha do mundo, segundo a Unesco. Dentro do templo Bayon, o último grande templo construído em Angkor, existem mais de 50 torres de pedra com cerca de 200 entalhes de rostos colossais e serenos.

Dois rostos serenos ;)
Dois rostos serenos 😉

 

Visitamos também o Ta Prhom, famoso pelas raízes das árvores que o envolvem (lembram que comentamos do filme Tomb Raider?). Construído em 1156 para guardar, na época, um tesouro de pérolas e pedras preciosas.

Templo Ta Prhom.
Templo Ta Prhom, Siem Reap, Camboja

À tarde…

Almoçamos num restaurante local, bem simples, com uma comida deliciosa… e tiramos um ‘cochilo’ nas redes que haviam no local.

À tarde choveu bastante, então fomos até o mercado central, também conhecido como Psar Thmei, construído na década de 1860. Neste Mercado eles vendem os tradicionais lenços krama, aquelas lindas calças molinhas asiáticas e até bijouterias prata, além de kebabs de orelha de porco e bolo de arroz na folha de banana.
Aconteceu algo muito engraçado neste dia! Nós resolvemos comprar um anel que fosse igual para os dois, já que o Cauê havia perdido (pela 3a ou 4a vez) nossa aliança de namoro. Ficamos uns bons 30 minutos ou mais escolhendo e experimentando o anel que viria a ser nossa nova ‘aliança de compromisso’ (era lindo, cheio de coraçõezinhos em volta, assim: s2s22s2s2) e, em menos de 24h, ele perdeu novamente. :/ Aí eu (Mamá) desisti e ele ficou sem aliança! Hahaha!

Saindo de lá, queríamos ver o pôr-do-sol de Bakheng Hill, um templo numa montanha com vista para Angkor Wat, porém o dia estava nublado e não deu certo neste dia.
Fomos então passear na ‘Pub Street’, a rua dos bares e restaurantes. Jantamos num restaurante muito legal, onde a carne é feita na chapa, na sua mesa. Uma experiência diferente e exótica!

12 carnes diferentes

Experimentamos 12 tipos de carnes diferentes: crocodilo/ jacaré, canguru, cobra, sapo, avestruz, peixe, tubarão, entre outros. Para acompanhar, uma sopa de macarrão e legumes bem gostosos!

Dia 3

No dia seguinte, aproveitamos uma massagem nos pés no spa do hotel, que estava incluída quando a reserva do hotel foi feita e tomamos um café reforçado para pegar um ônibus por 6 horas e seguir para Phnom Penh. O resto da trupe foi de tuk-tuk visitar a Angkor Silk Farm, uma fazenda de produção de seda e a escola de artesãos (Les Artesians D’Angkor).

Nós optamos viajar de uma cidade até a outra de ônibus. Primeiro por ser muito barato e não termos muito dinheiro para gastar durante a viagem. Segundo para conhecer um pouco do interior do Camboja, poder ver a rodovia e os arredores, longe das grandes cidades. Foi uma viagem bem tranquila durante o dia e o ônibus parou algumas vezes no caminho para usarmos o banheiro e para almoçarmos. A realidade cambojana nos lembrou muito das comunidades mais simples do Brasil e afastadas da cidade. É muito curioso e um pouco triste também, pois vimos muitas, mas muitas crianças vendendo desde frutas a bijouterias na beira da estrada. Além também de casas muito simples, alguns templos e vários artesãos de gesso. Muitas esculturas prontas e alguns fazendo estátuas de todos os tipos, geralmente com cunho religioso e budista.

Casas pelo caminho...
Casas pelo caminho…

 

Cidade em que passamos...
Vila pela qual passamos…

 

Interessados em continuar viajando pelo Camboja? Aguardem nossa próxima postagem! 😉

 

Beijos,

 

Mamá e Cauê

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2 comentários sobre “Siem Reap, Camboja

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