Passeando de moto am Bali

Casando em Bali – Parte 3: Passeando com os convidados!

Nossos dias em Bali

Este post é a continuação da história sobre nós, nos Casando em Bali. Se quiser acompanhar desde o início, leia aqui o primeiro texto ‘Planejando um casamento simples’ e o segundo ‘Ilhas Gili, a pré lua-de-mel’.

Depois das Ilhas Gili, voltamos para Bali, onde ficamos hospedados no Ramada Encore, em Seminyak. O hotel fica há menos de 3km da praia, o que dá uns 20min a pé (ou 5min de moto). Escolhemos este hotel por ser bom e ter facilidades como: café da manhã incluso, wifi, uma área externa com piscina muito bacana, academia, etc. Como passaríamos cinco dias ali, preferimos ficar distantes da muvuca. Afinal, foi uma opção mais tranquila e barata do que em um hotel de mesmo nível à beira-mar.

Alguns de nossos convidados também estavam chegando nos próximos dias para se juntar a nós. Afinal, não é sempre que estaríamos nos casando em Bali! Deixamos as malas no hotel e pegamos a nossa moto (que já tínhamos reservado online pelo Bali Bike Rental). É muito comum turistas alugarem motos em Bali, você só precisa de uma carteira de habilitação válida (independente de ser internacional ou até mesmo para motocicleta). Fomos nos encontrar com a Laura, uma amiga nossa australiana, para jantar. Ela ficou hospedada no Bnb Style Hotel, uma opção mais simples, barata e perto da praia. Após a janta, voltamos ao hotel para dormir, exaustos depois do retorno de Gili Air.

Primeiro dia turistando em Bali

Tomamos café e fomos até a praia de Seminyak, curtir o sol e o mar. Em seguida, fomos até o restaurante Chez Gado Gado, onde realizamos o nosso casamento. Tínhamos uma reunião com o chefe Quib, marcada para as 12h.

Antes de entrar no restaurante, eu já estava super feliz! Também me senti agradecida por nossa Wedding Planner – ou cerimonialista, Intan – ter nos apresentado este lugar. O restaurante é lindo, à beira-mar e a nossa conversa com o chefe foi tão gostosa e agradável que me deixou mais calma. O chefe foi muito legal conosco e nos explicou que teríamos um menu pronto para os convidados: opções de entrada, prato principal e sobremesa. Nos ofereceu um mini-bolo também, como cortesia. Tudo isso decidimos três dias antes do dia em que estaríamos nos casando em Bali… Dá pra acreditar? Até lá ainda não tínhamos nada pago ou acertado com o restaurante, apenas a conversa informal iniciada há dois meses.

A partir deste momento eu estava tranquila, apenas esperando o grande dia chegar.

Aluguel de moto de última hora

A Laura não havia alugado moto, mas nos próximos dias faríamos passeios e ter uma facilitaria a sua vida. Então o Cauê foi com ela até a avenida principal para procurar por um bom negócio para ela. Nessas horas vale a pena negociar e ajuda se você falar um pouco da língua local, é claro. Começaram pedindo 400.000 e no final fecharam por 180.000. O que foi uma opção mais barata do que a nossa reserva, porém por uma moto bem mais simples e que não incluía algumas vantagens que julgamos interessantes, como: seguro, primeiros socorros, atendimento 24h e etc.

Em seguida, fomos até a praia de Legian ver o pôr-do-sol, que estava lindo por sinal! A maioria das praias do Oeste da ilha tem uma bela vista do pôr-do-sol, aliás. De lá fomos para o Trick Art Museum, um museu de imagens 3D. Demos muita risada e tiramos fotos engraçadas! São mais de 10 salas com cerca de 3-4 cenários diferentes em cada.

Para finalizar o nosso dia, paramos para tomar um sorvete de frutas delicioso e fazer uma massagem no Edelweis Spa, localizado na Jl. Kunti I No 1, em Semyniak. Por um preço bem modesto, fomos dormir relaxados e preparados para o novo dia.

Segundo dia motoqueirando em Bali

O plano era fazermos um passeio de moto pela península sul da ilha de Bali. Cauê, eu, Laura, Kalen e Tommy (ambos chegaram na noite anterior) e a Ayumi, nossa amiga japonesa que chegaria no final da tarde. No total, três motos e seis pessoas!

Nos encontramos em frente ao Sense Sunset Hotel, onde os meninos estavam hospedados. Agora que todos estavam motorizados, o passeio poderia começar (a Laura com uma scooter e os meninos com uma R15 150cc).

Os boys motoqueirando!

Eu tinha um roteiro com 8 paradas (praias e templos), mas acabamos parando só na primeira praia e no último templo! Haha! A praia chamava-se Nusa Dua, lembrava um pouco a Riviera de São Lourenço, no litoral de São Paulo, com seus grandes condomínios e resorts. Estacionamos as motos e posso dizer que pela 2ª vez nesta viagem encontrei o paraíso!

Curtindo a piscina!

Um hotel-restaurante com mesas e puffs e frente à praia e um mar que mais parecia com várias piscinas costuradas de tão calmo (e morno). No fim, o Agendaz Beach Club foi a melhor pedida para aquele momento! Ao consumirmos algo no bar, pudemos ter acesso ilimitado à piscina!
Curtimos a praia e fizemos um lanche para poder pegar a estrada novamente.

Já eram quase 3pm e o nosso plano era chegar no Templo Uluwatu antes das 5pm. Assim poderíamos conhecer o local, encontrar a Ayumi e assistir à uma apresentação de Kecak Dance Fire, que começaria as 6pm. Fizemos mais uma parada no caminho para tomar um café e esticar as pernas e fomos para o templo.

Templo Uluwatu e a danca do fogo

Chegamos no templo quase às 5pm e infelizmente não tivemos tempo de conhecê-lo por dentro. Mas pela vista daquele local maravilhoso, já valeu a pena a visita! Compramos as entradas para a dança do fogo e aguardamos o espetáculo.

Kecak Fire Dance

A apresentação do Kecak Dance Fire, foi muito bonita e diferente! Recebemos o programa com a história do espetáculo, que durou cerca de uma hora. Assistimos ao show curtindo o pôr-do-sol, foi lindo! Trata-se de uma dança balinesa tradicional, misturada com cantos com uma cara de ritual antigo, que vale muito a pena conhecer estando em Bali.

Pôr-do-sol em Uluatu, Bali
Pôr-do-sol em Uluatu, Bali

Quando a dança acabou, já havia anoitecido e, ao chegarmos no estacionamento, encontramos uns macacos pelo caminho abrindo garrafas d’água pra tomar o resto… Acredita? Todo mundo diz para tomar cuidado com os macacos nos templos, pois eles já estão treinados pra ‘roubar’ chinelos, máquinas fotográficas, óculos de sol, brincos e etc. Fazem isso em troca de comida, tipo chantagem mesmo! Hehe! Conosco não aconteceu nada, no entanto.

Voltamos aos respectivos hotéis para um banho depois do sol, sal e poluição do dia. Nos encontramos novamente para jantar e aguardar outros amigos, a Bobbi-Jo e o James, chegarem de Brisbane. Ficamos acordados até a 1h da manhã e só então fomos dormir, pois já havíamos combinado com a Camilla e o Marco, que haviam voltado para Bali de Gili na noite anterior, de tomarmos café da manhã juntos, às 9am.

 

 

Terceiro dia curtindo Bali

Véspera do casamento, às 9h da manhã, lá estávamos nós: Cauê, eu, Camilla, Marco, Auymi, Bobbi-Jo e James tomando café! 🙂 Estávamos muito felizes e bem tranquilos… mais do que o esperado pra quem estaria se casando em Bali no dia seguinte! Haha!

Resolvemos então que iríamos até o Tanah Lot, um templo que fica localizado numa pedra, praticamente dentro d’água. Alguns foram de moto e outros de táxi. Levamos cerca de meia hora para chegar e estávamos em nove pessoas no total.

Tanah Lot Temple.
Tanah Lot Temple.

O lugar é lindo e a vista é maravilhosa. Passamos um tempo apreciando o templo, entramos na água para ‘lavar a alma’ e depois ficamos curtindo a sombra. Estava muito calor e nós branquinhos como somos, não queríamos virar pimentão na véspera do casamento! Haha!

Aproveitamos para almoçar por lá, num restaurante chamado Nathys Warung e ficamos muito satisfeitos. Com a comida, o preço e o atendimento. Na hora do almoço, por Whatsapp, finalizamos os detalhes dos arranjos de flores para o casamento. A Intan e a Henny (nossas cerimonialistas) estavam com o florista nos mandando fotos e preços. A partir daí comecei a ficar um pouco mais preocupada com o dia que estava para chegar. Acabamos decidindo por flores artificiais, pois era o que o nosso orçamento podia pagar. Mas, posso dizer que no final fiquei bem satisfeita com a escoha. Nenhum convidado era de Bali e todos teríamos que viajar em breve, então flores naturais teríam ido pro lixo logo depois da festa de qualquer jeito.

Como eu disse acima, nós não tínhamos contrato assinado com nenhum fornecedor até então. Acho que realmente preparamos o nosso casamento de forma diferente, totalmente fora do convencional, não acham? No próximo texto, vamos contar do dia em que acabamos nos casando em Bali… aí vocês nos contam se acham que valeu a pena ou não, combinado? =)

Menos de 24h para o casamento!

Voltamos para o hotel, cansados de sol e de andar pelo templo e fomos curtir a piscina com nossos convidados. À esta altura, faltava apenas conhecermos os fotógrafos.

Galera na piscine do Ramada.
Galera na piscina do Ramada.

Tínhamos uma reunião com eles marcada para as 6pm. Como o clima estava super agradável e a companhia estava boa, resolvemos aguardá-los ali na piscina mesmo. Nos arrumaríamos depois, para sair com o pessoal.

Mas… como quase tudo na Indonésia, eles se atrasaram. Culpando o trânsito, disseram que chegariam logo e o logo deles demorou 1h15. Começamos a reunião quase às 7h30pm. Eu já estava nervosa, ansiosa, emocionada e quase chorando! Hehehe! Quem me conhece, consegue imaginar a cena…

Conversamos com eles, explicamos a cerimônia e dissemos que queríamos fotos naturais, sem muita pose. Aí eles comentaram sobre fazer uns 30min de filmagem pré-casamento, com nós dois nos arrumando, etc.

Combinamos que o Cauê iria para o restaurante uma meia hora antes do horário combinado (4pm) e então poderíam filmar ele se ajeitando por lá. Ele disse: ‘A gente vai até o banheiro do restaurante e vocês fazem umas fotos de eu arrumando a camisa, o cabelo e etc.’

O plano dos fotógrafos para quando estaríamos nos casando em Bali

Eu iria me arrumar no Grandma’s Hotel, onde a Cris e a Roseli estavam hospedadas, que ficava a 250m do restaurante. Eles disseram que tudo bem, que iriam até lá e me perguntaram: ‘Como você vai até o restaurante?’. Minha resposta foi: ‘A pé, eu acredito’. Todos caíram na risada! Haha! A noiva, indo a pé para o próprio casamento, foi aí que perceberam que sim, estavam lidando com noivos diferentes e beeeem tranquilos! É claro que a história no dia seguinte não saiu bem como o planejado…

A caminho da nossa despedida de solteiro!
A caminho da nossa despedida de solteiro!

Pronto, reunião terminada! Deixamos os acessórios para o casamento, os vasinhos e as lembrancinhas para os convidados com a Intan e a Henny e fomos nos arrumar, pois nossos convidados decidiram que aquela noite (VÉSPERA DO CASAMENTO!!!), seria a nossa despedida de solteiro!

 

Mamá!

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